Façam suas análises e depois tenham a certeza, pois a história comprova. Inclusive, vou colocar a FONTE antes que qualquer pessoa comece a ler e desista.
Então, aí está:
Versão do SPORT RECIFE:
FONTES:
http://www.meusport.com/forum/showthread.php?t=10313&page=1 (MEU SPORT.COM)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_do_Recife#Grito_de_guerra (WIKIPÉDIA)
ORIGEM DO GRITO DO CAZÁ CAZÁ
De José Teles Crítico de música do Jornal do Commercio.
Depois de Lamartine Babo, que compôs hinos para todos os clubes cariocas, Nelson Ferreira foi o compositor renomado que mais criou músicas para clubes de futebol.
Fez para os três grandes clubes pernambucanos. No caso deste frevo-canção, Qual será o score, meu bem?, ele cita Santa Cruz, Náutico e Sport para falar de amor.
Seria uma composição a mais não tivesse enxertado um refrão que se tornou o grito de guerra do Sport, e que foi tomado emprestado à torcida do Vasco carioca, o famoso “Casá, casá, casá... Este frevo foi gravado pela primeira vez por Almirante, em1941.
Eis a letra de Qual será o score meu bem?:
Atenção! Reiniciou-se a partida! Bola em poder de Jango, que passa a Plínio. Este atrasa para o Marques Que estende para Cidinho. Avança o meia-esquerda do selecionado que combina muito bem com Wilson. Escapa Wilson avança Em boas condições e centra magnificamente A pelota vem aos pés de Tará Este atira forte. Gol! Seja de cobrinha Seja do timbu Ou seja do leão Eu não faço questão Quero meu benzinho Que neste carnaval Você torça um bocadinho Pelo meu coração Casaca! Casaca! Casaca! Casa...casa...casa A turma é mesmo boa É mesmo da fuzarca No campo do amor Pelo teu coração Serei bom jogador Em qualquer posição Somente eu lhe peço É bem pouco o que desejo Cada gol que eu fizer Você paga com um beijo.
Grito de guerra
Origem do Cazá, cazá
A primeira vez em que o grito de guerra do Sport foi bradado remota às comemorações do Campeonato Pernambucano de 1938, ano em que o Leão conquistara mais um título. O Vasco da Gama possui um grito de guerra semelhante ao do Sport, com modificações sutis em alguns versos. Mas o que se sabe é que por lá ele começou a ser bradado por volta de 1942, época em que o legendário Ademir Menezes, maior jogador da história do Sport, do futebol Pernambucano e um dos maiores centroavantes da história do futebol mundial, começou a jogar por lá, apresentando o grito aos jogadores do Vasco.
Apesar das mais de seis décadas passadas, o Cazá, cazá nunca perdeu sua vitalidade e originalidade, tornou-se tema musical para muitos compositores e constituiu-se numa das marcas registradas da torcida Rubro-Negra aonde quer que ela vá. Atualmente, o grito de guerra é entoado no início de cada tempo de jogo na Ilha do Retiro, puxado pela Rádio Ilha, além da torcida durante os jogos.
"Pelo Sport nada?
Tudo!
Pelo Sport nada?
Tudo!
Então como é, como vai ser e como sempre será?
Cazá! Cazá! Cazá, cazá, cazá!
A turma é mesmo boa!
É mesmo da fuzarca!
Sport! Sport! Sport!"
AGORA É A VEZ DA VERSÃO DO VASCO:
FONTES:
http://historiadovasco.wordpress.com/torcidas/ (BLOG DO VASCÃO)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Club_de_Regatas_Vasco_da_Gama#Grito_de_Casaca (WIKIPÉDIA
Torcida
Gritos populares
Grito de casaca
O grito de guerra da torcida do Vasco é mais antigo que o estádio de São Januário.
Segundo o sr. Feliciano Peixoto, o “Ramona”, ex-remador do Vasco e integrante da turma da Fuzarca:
Na década de 1920, alguns clubes que disputavam os campeonatos de regatas – Internacional de Regatas, Boqueirão e Vasco da Gama – ainda não possuíam sede própria. Seus atletas se reuniam na rua. Como não tinham local para se encontrar, os atletas de remo e natação da época eram identificados como grupos. Cada grupo recebia uma denominação. Assim é que o Internacional de Regatas criou o Grupo dos Lindos. Para não ficar atrás, o Boqueirão denominou sua turma de Grupo das Garrafas e no Vasco surgiu o Grupo dos Supimpas.
Os integrantes do Grupo dos Supimpas, como todos os outros, jovens, começaram a promever reuniões festivas que se chamavam “reco-reco” e seus participantes ficaram conhecidos como turma da Fuzarca. Fuzarca significa simplesmente farra.
A turma da Fuzarca foi crescendo, se ampliando e ganhando vida própria. Os Sumpimpas resolveram criar concursos de natação, remo e polo aquático, além de outras festinhas para reunir o pessoal. Foi construída uma quadra de vôlei, em um terreno localizado na rua México, no Centro, onde passou a se reunir a nata do remo, da natação e do pólo aquático do Rio.
Sempre, após os treinos, lá iam eles para quadra de vôlei, onde praticavam esse esporte e se divertiam. Tornaram-se tão amigos todos eles, que muitos foram se transferido para o Vasco, após a construção de São Januário.
Havia um outro motivo que os reunia, além do remo, da natação e do pólo aquático: as lindas praias da época, como o Calabouço e, principalmente, a praia das Virtudes, a mais concorrida.
Na praia do Calabouço, o Vasco e os clubes reuniam seus atletas para competir. Na praia das Virtudes, que ficava em frente à Santa Casa de Misericórdia e à Igreja Santa Luzia, se concentravam jovens do Centro, da Cidade Nova, da Lapa, de Santa Tereza e adjacências.
Havia um animador que ficava na beira da praia e era um verdadeiro sucesso entre os jovens. Era Claudionor Provenzano, que realizava entre outras promoções banhos de mar a fantasia.
O grupo aquático Os Supimpas se fazia presente sempre. Seus integrantes desfilavam com o corpo todo pintado. A turma da Fuzarca, já em grande número, se divertia muito, enquanto o bloco dos Supimpas ia dançando e cantando. Essas festas se arrastavam pelo ano, mesmo fora de épocas como a do Carnaval.
Os Supimpas desfilavam da quadra de vôlei na México até a Praia das Virtudes. Ali, foi introduzido o Casaca para fazer rima com Fuzarca, exatamente na quadra de vôlei, cantado pelos remadores. Os próprios atletas divulgavam o grito das animadas festas da praia.
Dos dias de carnaval para as competições, o grito de guerra de um grupo de atletas do Vasco foi tomando conta de todos os locais onde o Vasco disputava competições.
Passou a acompanhar as competições e os jogos de futebol. Inicialmente, o grito de Casaca era puxado por Francisco Vieira Salinas, o “Bambu”, acompanhado pelos três outros sócios da turma da Fuzarca : Carlos Martins dos Santos, o “Carlinhos”, Mário Muto, o “Cocó”, e o próprio “Ramona”, ou Feliciano Peixoto.
Bambu iniciou e outros atletas foram seguindo, além dos sócios da turma da Fuzarca. Ao terminar as festas, encerradas as músicas, os cantos e as danças, todos puxavam o Casaca, que passou a ser uma espécie de hino às vitórias. Dos quatro sócios iniciais, a turma da Fuzarca foi ganhando participação maciça dos atletas e torcedores.
O futebol começava a dar largas passadas rumo ao sucesso e ao crescimento como esporte de massa. Ganhava adeptos dentro e fora do campo. Logo os vascaínos se encarregaram de transportar o Casaca da rua e das competições de esporte amador para os estádios.
Segundo o sr. Mario Lamosa:
Os remadores do Vasco eram jovens que gostavam de frequentar festas. Um belo dia numa festa com traje a rigor, os atletas, depois de terem bebido muito, começaram a tirar seus paletós (casacas) e gritar “casaca”. Logo os vascaínos da turma da fuzarca emendaram casaca com turma da fuzarca, e o grito foi se formando. A partir daí tornou-se o grito das vitórias do Vasco nos campeonatos de remo, e depois em todas as modalidades.
Curiosamente, o Sport Club do Recife tem um grito de guerra muito semelhante ao do Vasco, com as palavras casaca e fuzarca.
“AO VASCO NADA?
TUDO!!!
ENTÃO COMO É QUE É?
CASACA! CASACA!
CASACA, ZACA, ZACA!
A TURMA É BOA!
É MESMO DA FUZARCA!
VASCO! VASCO! VASCO!”
Ô SPORT RECIFE, O VASCO TEM HISTÓRIA PRA CONTAR, NÃO ME VENHAM COM CHORUMELAS!!!!
